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11/02: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Celebrado em 11 de fevereiro, o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência foi instituído em 2015 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A data chama atenção para as desigualdades de gênero que ainda marcam o campo científico e reforça a importância de garantir acesso, permanência e reconhecimento das mulheres na produção do conhecimento. Promover a equidade de gênero na ciência é um passo fundamental para o fortalecimento da democracia, das políticas públicas e do desenvolvimento social.

Neste dia, a Abrasco destaca que equidade de gênero é condição básica para produzir ciência e que reconhecer mulheres cientistas é fortalecer o SUS e o direito à saúde.

Confira!


  • Equidade de gênero é condição básica para produzir ciência

Desigualdades de gênero impactam o acesso a financiamento, a ocupação de cargos de liderança, a visibilidade acadêmica e as trajetórias profissionais das mulheres na ciência. Garantir equidade de gênero é condição básica para ampliar a diversidade de perspectivas, qualificar a produção do conhecimento e responder de forma mais efetiva aos desafios sociais e sanitários contemporâneos.

  • Reconhecer mulheres cientistas é fortalecer o SUS

No campo da Saúde Coletiva, as mulheres têm papel central na produção científica, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas. Reconhecer e valorizar o trabalho das mulheres cientistas significa fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e o direito à saúde, ao assegurar que diferentes experiências, saberes e realidades estejam presentes na construção de soluções para a saúde da população brasileira.

  • Defendemos uma ciência plural e socialmente comprometida

A Abrasco reafirma seu compromisso com a defesa de uma ciência plural, diversa e socialmente comprometida. Promover a equidade de gênero na ciência é parte indissociável da luta por justiça social, pelo fortalecimento do SUS e pela consolidação da Saúde Coletiva como campo científico e político voltado à garantia de direitos.

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Ser um associado (a) Abrasco, ou Abrasquiano(a), é apoiar a Saúde Coletiva como área de conhecimento, mas também compartilhar dos princípios da saúde como processo social, da participação como radicalização democrática e da ampliação dos direitos dos cidadãos. São esses princípios da Saúde Coletiva que também inspiram a Reforma Sanitária e o Sistema Único de Saúde, o SUS.

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