
A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) se posiciona sobre o desastre que atingiu o município de Juiz de Fora (MG) e outras cidades da região, manifestando solidariedade às populações afetadas e alertando para a necessidade de mudanças estruturais na forma como o país enfrenta eventos desta natureza.
É urgente superar a lógica predominantemente reativa que marca a gestão de desastres e ampliar os investimentos em políticas públicas voltadas à prevenção, redução de riscos e proteção da saúde das populações. Os desastres associados a chuvas intensas não podem ser tratados como episódios isolados ou inevitáveis. A recorrência desses eventos está relacionada à expansão da ocupação em áreas de risco, às desigualdades sociais e à insuficiência de investimentos em políticas de planejamento urbano, habitação, meio ambiente e saúde.
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