
Os impactos do modelo de desenvolvimento sobre a saúde, os limites impostos pelo capital à produção científica e o papel da ciência na defesa da vida estarão no centro da Roda Temática “Por uma ciência a favor da justiça socioambiental e do Bem Viver”, que integra a programação do 3º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (SIBSA). O debate será realizado no dia 26 de maio, das 17h às 19h, no Auditório do Instituto de Saúde Coletiva, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá (MT). A atividade é aberta ao público e não exige inscrição prévia.
A mesa contará com a participação do pesquisador norte-americano Rob Wallace; e da pesquisadora e abrasquiana Lia Giraldo. A mediação será conduzida por Karen Friedrich, presidente do Simpósio. A atividade é aberta ao público e não exige inscrição prévia
A proposta é refletir sobre o papel da ciência frente ao agravamento da crise ecológica e climática, especialmente na produção de conhecimentos comprometidos com a proteção da saúde, dos territórios, do meio ambiente e da vida de povos e comunidades tradicionais.
Entre os temas que serão debatidos estão os desafios enfrentados pela Saúde Coletiva ao lidar com problemas complexos que se expressam nos corpos e territórios, considerando a perspectiva da determinação social do processo saúde-doença.

O 3º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (SIBSA), será realizado de 27 a 29 de maio de 2026, com pré-congresso no dia 26 de maio. O evento acontece na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá e reunirá pesquisadoras e pesquisadores, estudantes, profissionais da saúde, movimentos sociais e lideranças comunitárias para debater as relações entre saúde, ambiente e a defesa da vida.
Com o tema “A luta da Saúde Coletiva frente ao colapso ecológico: soberania, justiça e conhecimento para a transformação”, o simpósio propõe um diálogo interdisciplinar e intercultural entre diferentes saberes.
Saiba mais: sibsa.org.br/


