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10° CSHS | Orientações para Prevenção e Enfrentamento às Violências, Assédio e Discriminação 

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) reafirma seu compromisso com a prevenção, o cuidado e a promoção do bem-estar coletivo. Durante o 10º CSHS, pela primeira vez em um de seus eventos, institui uma Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Violências, com o objetivo de contribuir para a garantia de um ambiente seguro, democrático, ético e inclusivo para todas as pessoas.

Para isso, a Comissão realizará acolhimento inicial, orientação e encaminhamento conforme a situação, com respeito, privacidade, não culpabilização e atenção a possíveis riscos e de forma ética.

Orientações para Prevenção e Enfrentamento às Violências, Assédio e Discriminação

A comissão desenvolveu o documento Orientações para Prevenção e Enfrentamento às Violências, Assédio e Discriminação, que tem como objetivo orientar congressistas, trabalhadores e demais participantes sobre como agir diante de situações de violência, assédio ou discriminação durante o evento e torna acessível toda a estrutura de resposta a esses casos.

Leia o documento na íntegra.

Espaço de Acolhimento, Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Violências

Foi criado também, o Espaço de Acolhimento, Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Violências. Durante os cinco dias de evento, ele funcionará térreo da Faculdade de Psicologia (FAPSI), na sala do Serviço Escola de Psicologia Sumaúma (SEPS). No local, uma equipe multiprofissional de Psicologia e Serviço Social oferecerá escuta qualificada, com atendimento privativo, respeitoso e confidencial a quem vivenciar ou presenciar essas situações.

Horário de funcionamento

📅 15/09: 8h30 às 17h
📅 16/09: 8h30 às 20h
📅 17/09: 8h30 às 19h
📅 18/09: 8h30 às 19h
📅 19/09: 8h30 às 19h

📍 Sala do Serviço Escola de Psicologia Sumaúma (SEPS) – Térreo da Faculdade de Psicologia
(número 11 do mapa)

Canal de atendimento on-line

Há um número de telefone disponível para atendimento por What’s App

Mapa do local

O que fazer em caso de violência, assédio ou discriminação

De acordo com o documento, se você sofreu uma situação de violação, a recomendação é priorizar a busca por um lugar protegido e pedir apoio da equipe ou um agente de segurança. Se sentir confiança para isso, reúna provas (como filmagens, fotos, áudios, contato de testemunhas e características da pessoa agressora).

Acione a Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Violência, indo até o Espaço de Acolhimento ou pelo telefone (21) 98464-7151. Se preferir, busque a companhia de alguém da organização do evento (monitores, recepcionistas, seguranças). Uma equipe especializada vai realizar o acolhimento psicossocial inicial, destinado à escuta, identificação de necessidades imediatas, avaliação de possíveis situações de risco e orientação sobre possibilidades de cuidado, proteção e encaminhamento.

Se você presenciar uma dessas situações, o documento orienta priorizar a segurança e o respeito à autonomia de quem foi atingido, além de ajudar na coleta de provas sempre que possível. Nesses casos, ofereça apoio humanizado, sem julgar ou diminuir a situação, e acompanhe a pessoa até o Espaço de Acolhimento ou avise a organização do evento. Caso haja risco ou ameaça iminente, porém, a orientação muda: a prioridade passa a ser acionar de imediato a equipe de segurança do congresso.

Conceitos e canais de denúncia

Além das orientações práticas, o material também define violência, assédio moral ou sexual e discriminação, com exemplos de manifestações como racismo, sexismo, LGBTfobia, capacitismo, etarismo, xenofobia e gordofobia. Por fim, lista os canais oficiais de emergência e denúncia disponíveis durante o congresso: o 190 (Polícia Militar), para situações de risco imediato, e o 180 (Central de Atendimento à Mulher), para orientação e encaminhamento de denúncias de violência contra as mulheres, além da possibilidade de registro de boletim de ocorrência presencial ou on-line.

Leia o documento na íntegra.

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